As ações da Raízen (RAIZ4) despencaram 71% em 12 meses, chegando a R$ 0,50, devido a decisões estratégicas e financeiras arriscadas, como alta alavancagem e aposta no E2G.
As ações da Raízen (RAIZ4) registraram uma queda significativa, atingindo R$ 0,50 e acumulando uma baixa de 71% nos últimos doze meses. A crise da empresa é resultado de uma série de decisões estratégicas e financeiras tomadas em um período de otimismo, que levaram a uma alta alavancagem e alocação de capital arriscada. Agências de rating como Fitch, S&P Global e Moody’s Global rebaixaram a Raízen, culminando na perda do grau de investimento da companhia, o que reflete a preocupação do mercado com sua saúde financeira.
O consultor José Luiz Mendes detalha cinco motivos principais para a crise, incluindo a aposta acelerada no etanol de segunda geração (E2G) que não gerou o prêmio esperado, a estrutura de capital excessivamente alavancada, a concorrência do etanol de milho, a diversificação excessiva em várias frentes e o papel da Cosan, que também investiu na Vale com uma estrutura alavancada, criando uma sobreposição de riscos que agravou a situação da Raízen.
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