A Cosan registrou prejuízo líquido de R$ 5,8 bilhões no 4º trimestre de 2025, enquanto busca estratégias de venda de ativos para zerar a dívida da holding.
A Cosan registrou um prejuízo líquido de R$ 5,8 bilhões no quarto trimestre de 2025, representando uma redução de 38% em comparação com o mesmo período de 2024. Este resultado foi atribuído a efeitos pontuais e sem efeito caixa do "impairment" de determinados ativos da Raízen. O prejuízo ajustado da companhia no 4T25 foi de R$ 713 milhões, uma queda de 55,4%, o que levou a uma alta de 6,45% nas ações da empresa. A receita operacional líquida da Cosan caiu 18% no período, totalizando R$ 9,6 bilhões, e o Ebitda ajustado sob gestão da Cosan, considerando a Raízen a 100%, teve queda de 3% na comparação anual.
Em paralelo, a Cosan está focada em estratégias para zerar a dívida de sua holding, incluindo a venda de ativos, mas com a ressalva de não aliená-los a qualquer preço. O CEO Marcelo Martins indicou que a empresa aguarda novos desenvolvimentos sobre um plano financeiro para a Raízen, sua joint venture com a Shell, e acredita que as discussões resultarão em uma solução satisfatória para o mercado. A dívida líquida corporativa da Cosan diminuiu substancialmente para R$ 16,3 bilhões após o aumento de capital e a monetização da participação na Rumo. Há discussões sobre uma possível revisão da estrutura de capital da Raízen, incluindo um aumento de capital pela Shell e conversão de dívida em participação acionária. A empresa desmentiu rumores sobre a venda total de sua participação na Rumo, mas não descarta vendas parciais futuras, e confirmou o pedido de registro para um possível IPO da Compass.
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