A Raízen (RAIZ4) é uma empresa brasileira de energia controlada pela Cosan, atuando na produção de açúcar, etanol, bioenergia e distribuição de combustíveis. Suas ações, negociadas na bolsa, são sensíveis a juros e ao cenário econômico devido ao seu modelo de negócios intensivo em capital e alto endividamento. Recentemente, a empresa viu suas ações valorizarem significativamente, impulsionadas pela queda dos juros futuros e pela notícia de um possível aumento de capital, além da autorização do Cade para a venda da Bio Polares.
A Raízen é uma empresa brasileira de energia, controlada pela Cosan (CSAN3), com atuação na produção de açúcar, etanol e bioenergia, além da distribuição de combustíveis. Suas ações (RAIZ4) são negociadas na bolsa de valores. A companhia tem um modelo de negócios intensivo em capital, o que a torna sensível a variações nas taxas de juros e no cenário econômico.
A Raízen, como uma das maiores empresas do setor de energia no Brasil, tem enfrentado desafios relacionados ao seu alto endividamento, especialmente em períodos de juros elevados e compressão de margens no setor de combustíveis. Em 28 de janeiro de 2026, as ações da Raízen (RAIZ4) registraram uma valorização significativa, ultrapassando o patamar de R$ 1,00 pela primeira vez em três meses. Essa recuperação foi impulsionada por dois fatores principais: a queda dos juros futuros no mercado e a notícia sobre a estruturação de um possível aumento de capital, estimado entre US$ 1 bilhão e US$ 1,5 bilhão. No mesmo dia, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) autorizou a venda da Bio Polares, uma central de minigeração de eletricidade a biogás, pela Bioenergia Barra (controlada indiretamente pela Raízen) para a GNR Dois Arcos Valorização de Biogás (GDA). A Bio Polares detém uma central movida a biogás oriundo do Aterro Sanitário Dois Arcos, no Rio de Janeiro.