A Raízen apresentou um plano de reestruturação extrajudicial que visa reorganizar sua estrutura operacional e financeira. A proposta principal consiste na segregação da companhia em duas unidades de negócio, Raízen Energia e Raízen Combustíveis, com o objetivo de aumentar a competitividade no longo prazo ao reduzir a carga de dívidas na operação de distribuição. O processo envolve a conversão de parte da dívida de R$ 65 bilhões em ações, o que pode resultar em diluição para os atuais acionistas, incluindo a Cosan. O plano também contempla a possibilidade de novos aportes de capital por parte da Shell e da Aguassanta Investimentos. Além dos desafios operacionais, a empresa lida com contingências tributárias de R$ 25,1 bilhões, das quais R$ 7,2 bilhões podem ser reembolsadas pelos controladores. A expectativa é que a reestruturação seja concluída até março de 2027, com a divisão dos negócios finalizada até o final daquele ano.
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