O mercado financeiro brasileiro registra movimentações estratégicas em diversos setores. A Raízen detalhou seu plano de reestruturação financeira, que abrange R$ 65,4 bilhões em dívidas sob recuperação extrajudicial. A proposta prevê a conversão de 45% do passivo em ações a R$ 0,25 por papel, o alongamento do restante para 2035 e um aporte de R$ 3,5 bilhões da Shell, visando a futura segregação dos negócios da companhia. Simultaneamente, a Suzano avançou em sua expansão global ao obter aprovação regulatória no Reino Unido para uma joint venture de US$ 3,4 bilhões com a Kimberly-Clark. No setor de tecnologia, a Dalpe Gestão e Participações assumiu o controle da Neogrid. Completam o cenário a homologação de acordos da Ecorodovias no Paraná e o início da arbitragem da Americanas contra ex-executivos, refletindo ajustes operacionais e de governança que impactam o planejamento de longo prazo na B3.
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