Bacellar, afastado da presidência da Alerj, renova licença do mandato
O deputado estadual Rodrigo Bacellar, afastado da presidência da Alerj pelo STF e sob monitoramento eletrônico, renovou seu pedido de licença do mandato após investigação por vazamento de informações sigilosas.
Pontos principais
- Rodrigo Bacellar (União Brasil) renovou seu pedido de licença do mandato na Alerj, estendendo seu afastamento da presidência desde 10 de dezembro.
- Ele foi preso na Operação Unha e Carne da PF, acusado de vazar informações sobre uma investigação contra a TH Joias, ligada ao Comando Vermelho.
- O ministro Alexandre de Moraes determinou o uso de tornozeleira eletrônica e outras restrições a Bacellar, apesar da Alerj ter votado por sua soltura.
- O novo pedido de licença é válido até 11 de fevereiro, com Guilherme Delaroli (PL) assumindo a presidência interinamente da Alerj.
- O caso está inserido na ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, que investiga grupos criminosos no Rio de Janeiro.
O deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil), que estava afastado da presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) desde 10 de dezembro por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), renovou seu pedido de licença do mandato. A medida ocorre após Bacellar ser investigado por suposto vazamento de informações sigilosas relacionadas à Operação Unha e Carne da Polícia Federal, que apura atividades da TH Joias, empresa ligada ao Comando Vermelho.
As mensagens interceptadas foram cruciais para a decisão do STF de afastá-lo e determinar o uso de tornozeleira eletrônica, mesmo após a Alerj ter votado por sua soltura. Bacellar, que já ocupou interinamente o cargo de governador e presidia a Alerj desde 2023, terá sua licença válida até 11 de fevereiro, com Guilherme Delaroli (PL) assumindo a presidência interinamente. O caso se insere no contexto da ADPF 635, a ADPF das Favelas, que investiga grupos criminosos no estado do Rio de Janeiro.
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