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Gilmar Mendes cobra do presidente do TSE postura de árbitro equidistante

No Brasil, Gilmar Mendes cobra de quem preside o TSE postura de "árbitro equidistante" e diz que silêncios e hesitações não são neutros, após divergências judiciais no segundo turno das eleições de 2026.

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Foto: Folha de São Paulo - Política
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03/11 às 09:01, atualizado 10:45

Pontos principais

  • Mendes escreve no X que de quem conduz o TSE se espera postura de árbitro equidistante.
  • Ele diz que a institucionalidade não deveria precisar ser resgatada a cada eleição.
  • Credita ao colegiado do TSE o fato de a disputa ter transcorrido dentro das regras democráticas.
  • Cristiano Zanin determinou a extensão da votação até as 19h em 25 de outubro, enquanto Nunes Marques orientou que seções ainda abertas funcionassem até esse horário.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), escreveu no X que, de quem conduz o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a corte que organiza as eleições no Brasil, se espera a "postura de árbitro equidistante que a Constituição pressupõe". Segundo ele, "silêncios e hesitações não são neutros" em órgãos de elevada importância: podem abrir espaço para decisões contraditórias e servir de pretexto a quem ataca um sistema eleitoral "íntegro e confiável".

A publicação vem após divergências judiciais sobre o horário de votação no segundo turno, em 25 de outubro. Mendes não cita nominalmente o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, nem episódios específicos. Ele reconhece que o colegiado "cumpriu seu papel", mas afirma que a solidez do processo eleitoral "não pode depender apenas da força do colegiado".

A presidência do TSE reafirmou a regularidade e a segurança do processo eleitoral, mantendo o reconhecimento da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

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