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Americanos votam em eleições de meio de mandato decisivas para o Congresso

Eleitores dos EUA vão às urnas hoje para definir o controle da Câmara e do Senado, em disputa que impacta diretamente a governabilidade do presidente Donald Trump.

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Foto: RFI (EN)
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03/11 às 04:15, atualizado 09:15

Pontos principais

  • O pleito define a maioria no Congresso, influenciando nomeações judiciais e investigações federais.
  • A eleição é amplamente interpretada como um referendo sobre o governo do presidente Donald Trump.
  • Estados como Michigan e Alasca concentram as disputas mais acirradas desta eleição.
  • O Departamento de Justiça enviou agentes para monitorar locais de votação, gerando preocupações sobre possível intimidação.
  • Um número recorde de eleitores já participou da votação antecipada antes desta terça-feira, 3 de novembro.
  • O controle do Legislativo é o ponto central do dia, em um cenário de intensa polarização política no país.

Milhões de eleitores americanos comparecem às urnas nesta terça-feira para as eleições de meio de mandato, que determinarão o controle da Câmara dos Representantes e do Senado. O resultado do pleito é fundamental para o governo do presidente Donald Trump, sendo interpretado por analistas como um referendo sobre sua gestão, uma vez que a composição do Legislativo impactará diretamente a aprovação de pautas, nomeações judiciais e o andamento de investigações federais em curso. O Partido Democrata busca reverter o cenário atual com vitórias em distritos historicamente difíceis, enquanto um número recorde de votos antecipados já foi registrado.

A reta final da campanha foi marcada por disputas acirradas em estados estratégicos, como Michigan e Alasca. Paralelamente, a decisão do Departamento de Justiça de monitorar locais de votação com agentes federais gerou críticas de organizações como a NAACP, que alertam para o risco de intimidação dos eleitores. O cenário atual reflete uma polarização intensa entre Democratas e Republicanos na busca pela maioria parlamentar, que definirá a capacidade de Trump de avançar sua agenda nos próximos dois anos, em um momento em que o país também lida com desafios geopolíticos e questões internas de infraestrutura educacional.

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