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Davi Alcolumbre nomeia Eduardo Braga relator do Orçamento de 2027

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi escolhido relator-geral do Orçamento de 2027, em decisão estratégica de Davi Alcolumbre durante articulação política.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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03/11 às 15:45, atualizado 20:02

Pontos principais

  • O senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi designado relator-geral do Orçamento da União para 2027.
  • A nomeação ocorreu após reunião de líderes conduzida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
  • A escolha acontece em meio às articulações de Alcolumbre para sua reeleição à presidência do Senado em 2027.
  • O PL, que deterá a maior bancada na Casa, já articula a candidatura de Rogério Marinho para o comando do Senado.
  • O Congresso precisa aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o Orçamento de 2027 até o dia 22 de dezembro.
  • Eduardo Braga destacou que priorizará áreas como saúde, educação e infraestrutura, mantendo o compromisso com o equilíbrio fiscal.
  • Esta é a segunda vez que o parlamentar assume a relatoria-geral do Orçamento, tendo ocupado a função anteriormente em 2016.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, oficializou a escolha do senador Eduardo Braga (MDB-AM) como relator-geral do Orçamento da União para 2027. A definição ocorreu após uma reunião de líderes e é vista como um movimento estratégico de Alcolumbre, que busca consolidar apoios para sua reeleição ao comando da Casa em fevereiro de 2027. O cenário político no Senado para o próximo ano já apresenta movimentações intensas, com o PL, detentor da maior bancada, preparando o lançamento da candidatura de Rogério Marinho para a presidência do Legislativo.

O projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2027 tramitam atualmente na Comissão Mista de Orçamento (CMO). O cronograma é apertado, exigindo que o Congresso conclua a votação de ambos os textos até o dia 22 de dezembro. Eduardo Braga, que já exerceu a função de relator-geral em 2016, afirmou que pretende priorizar investimentos em setores essenciais como saúde, educação e segurança, enquanto mantém o foco no equilíbrio fiscal durante as negociações com o Executivo.

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