Ex-ministra argentina Patricia Bullrich reconhece eleição de Lula
A senadora argentina Patricia Bullrich aceitou o resultado da eleição brasileira e, ao falar de Flávio Bolsonaro, criticou o uso de uma Justiça não imparcial para eliminar a oposição.
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28/10 às 16:32, atualizado 18:32
Pontos principais
- Em publicação no X de 28 de outubro de 2026, diz que o povo decide nas urnas e que sua vontade é respeitada, princípio fundamental de toda democracia.
- Afirma ter “profundas diferenças políticas” com o novo governo do Brasil, mas que os dois países compartilham história, interesses estratégicos e oportunidades de cooperação.
- Sobre Flávio Bolsonaro, diz que ele “fez uma enorme escolha” e propõe uma reflexão sobre a “qualidade da democracia”.
- Defende que a democracia não seja binária: no modelo que critica, “o que ganha governa e o que perde vai para a cadeia”.
- Diz que usar uma Justiça não imparcial “como instrumento para eliminar a oposição” é “uma ferramenta de poder”.
A senadora argentina Patricia Bullrich reconheceu o resultado da eleição brasileira em uma publicação no X. Ela diz que a vontade das urnas deve ser respeitada e que tem diferenças políticas com o novo governo, mas que os dois países seguem ligados por história e interesses estratégicos.
No mesmo texto, ao tratar de Flávio Bolsonaro, ela critica o uso da Justiça contra a oposição.
