Governo lamenta a morte da ativista Daniela Fichino
A Senad e o Ministério da Justiça manifestaram pesar pelo falecimento de Daniela Fichino, defensora de direitos humanos e atuante no caso Marielle.
Pontos principais
- Daniela Fichino era reconhecida por sua trajetória na defesa dos direitos humanos.
- A ativista atuou como assistente de acusação no caso Marielle Franco e Anderson Gomes.
- Fichino teve participação relevante em iniciativas do Sistema Interamericano de Direitos Humanos.
- O Ministério da Justiça e a Senad emitiram nota oficial de pesar pelo falecimento.
A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) manifestaram profundo pesar pelo falecimento de Daniela Fichino. A ativista era amplamente reconhecida por sua atuação dedicada à defesa dos direitos humanos e ao enfrentamento sistemático de violações, tendo deixado um legado importante em sua trajetória profissional.
Durante sua carreira, Fichino participou de iniciativas fundamentais no Sistema Interamericano de Direitos Humanos e atuou como assistente de acusação no caso dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Pedro Gomes. Em nota oficial, o governo federal expressou solidariedade aos familiares, amigos e aos integrantes da organização Justiça Global, destacando a relevância do trabalho desempenhado por ela em prol da justiça no Brasil.
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