Centrais sindicais denunciam restrição de transporte no segundo turno
Sete centrais sindicais denunciam que algumas cidades do Brasil reduziram a frota de ônibus no segundo turno, contrariando ordem do STF, e que eleitores, em alguns casos, não conseguiram chegar às urnas.
Pontos principais
- A nota é assinada pelos presidentes da CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB e Pública.
- Segundo as entidades, algumas cidades reduziram a frota de ônibus contra ordem do STF de operação com 100% da capacidade.
- Para as entidades, milhares de eleitores ficaram nos pontos e, em alguns casos, não conseguiram chegar às urnas.
- Há também denúncias de restrições inexplicáveis em voos e em barcas no rio Amazonas, sem cidades, empresas ou datas identificadas.
Dirigentes de sete centrais sindicais divulgaram nota conjunta, assinada em São Paulo, sobre o transporte público no dia do segundo turno da eleição presidencial, neste domingo (25). Segundo as entidades, as restrições ocorreram em diversas cidades do Brasil e contrariam determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o funcionamento do transporte em dia de eleição.
Para as entidades, a situação fere a democracia e exige providências imediatas. Elas cobram atuação efetiva dos órgãos de fiscalização e pedem que a responsabilidade entre as administrações estaduais e municipais seja esclarecida, sem apontar quais governos ou cidades restringiram o serviço, e que nenhum eleitor seja prejudicado pela falta de transporte.
