TSE verifica sistemas eleitorais e emite zerésima antes do 2º turno no Brasil
No Brasil, o TSE confirmou neste sábado que os sistemas que vão totalizar o 2º turno são os mesmos assinados e lacrados em setembro.
Pontos principais
- O TSE conferiu quatro sistemas: Transportador Web, RecArquivos, InfoArquivos e Sistot, responsáveis pela transmissão, recebimento e totalização dos resultados.
- O TSE comparou as assinaturas e os resumos digitais (hashes) dos programas aos registros oficiais e informa que todas as verificações foram concluídas com sucesso.
- Nunes Marques afirma que “nenhuma linha de programa foi alterada, omitida ou acrescentada”.
- A cerimônia emitiu a zerésima do banco de dados de totalização para presidente e vice-presidente.
- No domingo (25), o TSE faz o Teste de Integridade: votos registrados em cédulas de papel são digitados nas urnas e comparados com os resultados que os equipamentos emitem.
- O Teste de Autenticidade verifica se o software das urnas corresponde exatamente às versões desenvolvidas, auditadas, assinadas e lacradas pelo TSE.
- Os dois testes são abertos ao acompanhamento de representantes de partidos políticos, do Ministério Público, de entidades fiscalizadoras e da sociedade civil.
No Brasil, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou neste sábado (24) a cerimônia pública de verificação dos sistemas eleitorais, na véspera do 2º turno. Segundo o tribunal, o procedimento confirmou que os programas instalados nos equipamentos são os mesmos assinados digitalmente, auditados e lacrados em setembro. O lacre marca o fim do desenvolvimento dos programas e permite detectar qualquer alteração posterior nos arquivos.
O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que os sistemas estão “prontos, autênticos e blindados contra qualquer ingerência indevida”. Para ele, a cerimônia é “o ápice de uma longa e rigorosa jornada de fiscalização e auditoria técnica”.
