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Rússia impõe sanções a empresas europeias e poupa companhias dos EUA

O governo russo confiscou ativos de empresas europeias em retaliação ao apoio à Ucrânia, enquanto sinaliza abertura comercial com os Estados Unidos.

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Foto: InfoMoney
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22/10 às 11:15

Pontos principais

  • Vinte empresas estrangeiras, majoritariamente europeias, foram colocadas sob administração temporária russa desde janeiro de 2025.
  • O Kremlin justificou as medidas como resposta ao apoio direto da Europa à Ucrânia no conflito.
  • Empresas norte-americanas foram poupadas das sanções devido aos esforços diplomáticos de Donald Trump.
  • O presidente dos EUA assinou um decreto no último sábado suspendendo tarifas e sanções contra produtos russos.
  • A Comissão Europeia classificou as ações de Moscou como expropriação forçada e retaliação econômica.

O governo da Rússia intensificou a pressão sobre empresas europeias ao colocar 20 companhias estrangeiras sob administração temporária desde o início de 2025. Moscou justificou a medida como uma resposta direta ao apoio dessas nações à Ucrânia, classificando o envolvimento europeu como hostil. Em contrapartida, empresas dos Estados Unidos foram poupadas, refletindo uma mudança na dinâmica diplomática entre o Kremlin e a administração de Donald Trump.

O movimento ocorre em meio a negociações para o restabelecimento de laços econômicos, marcadas por um encontro entre o enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, e Vladimir Putin. Como parte desse processo, Trump assinou um decreto no último sábado que suspende sanções e tarifas sobre produtos russos. Enquanto Washington busca caminhos para a paz, a Comissão Europeia condenou as apreensões de ativos, descrevendo a postura russa como uma forma de expropriação forçada e retaliação econômica contra o bloco.

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