Lula compara disputa de sigilos com Flávio Bolsonaro a jogo de truco
Em caminhada em Belo Horizonte, Lula comparou o desafio para que Flávio Bolsonaro abra seus sigilos bancário e telefônico a uma partida de truco e convocou apoiadores para o 'Exército do Lula', canal de WhatsApp administrado por André Janones.
Pontos principais
- Lula desafiou Flávio Bolsonaro a abrir seus sigilos bancário e telefônico, incluindo os de familiares e empresas, e propôs que ambos autorizem a abertura.
- Na metáfora do truco, Lula disse que Flávio 'trucou seis' e que vai 'meter um nove amanhã'; afirmou que 'as cartas dele são todas falsas'.
- Lula disse que passa a integrar o canal 'Exército do Lula' a partir de 22/10, depois de receber um celular do governador do Piauí, Rafael Fonteles, e pediu 10 milhões de integrantes até quinta-feira (22).
- André Janones administra o canal; Lula o chamou de 'general' e se apresentou como 'marechal Silva'.
- Lula anunciou a anistia das dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) e propôs transporte público gratuito aos sábados, domingos e feriados, além de estender o Pé-de-Meia a universitários e a todos os alunos do ensino médio.
- O ato foi na quarta-feira (21/10), em caminhada pelo centro de Belo Horizonte (MG), a quatro dias do segundo turno.
Em caminhada pelo centro de Belo Horizonte (MG), na quarta-feira (21/10), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comparou a disputa sobre a abertura de sigilos com Flávio Bolsonaro a uma partida de truco. Lula disse que, nesta semana, pediu ao adversário que abrisse o sigilo, que Flávio 'trucou seis' e que ele vai 'meter um nove amanhã'. A multidão respondeu com o coro 'Ei Flávio, abre o sigilo!'.
Lula também disse que se sente incomodado para debater com um 'miliciano que não sabe o que quer, a não ser mentir'. O próximo debate entre os dois, na TV Globo, é na sexta-feira (23).
No mesmo ato, Lula convocou apoiadores para o 'Exército do Lula', movimento de mobilização nas redes sociais que funciona por um canal de WhatsApp administrado por André Janones, e pediu que a mobilização continue até a votação de domingo (25). Ele também pediu ajuda para eleitores com dificuldade de chegar às urnas, sobretudo os de mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo.
