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Alckmin rejeita modelo de recessão para ajuste fiscal brasileiro

O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o crescimento econômico como alternativa aos cortes que, segundo ele, caracterizam o modelo argentino.

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Foto: Times Brasil
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21/10 às 23:15, atualizado 22/10 às 09:03

Pontos principais

  • Geraldo Alckmin afirmou que o ajuste fiscal não deve ser feito via recessão.
  • O vice-presidente criticou o modelo econômico adotado na Argentina.
  • A estratégia defendida foca no combate ao desperdício e na preservação da renda da classe média.
  • Alckmin destacou que o crescimento do PIB é essencial para melhorar a relação dívida/PIB.
  • A campanha atual prioriza a redução de abstenções e a mobilização de eleitores acima de 70 anos.

O vice-presidente Geraldo Alckmin declarou que o problema fiscal do Brasil não deve ser solucionado por meio de recessão econômica. Em suas declarações, ele classificou o modelo de ajuste baseado em cortes severos como o adotado recentemente pela Argentina, defendendo, em contrapartida, que o equilíbrio das contas públicas seja alcançado através do crescimento do PIB e da redução de desperdícios e privilégios.

Alckmin ressaltou que medidas como a ampliação da isenção do Imposto de Renda e a atualização do teto do MEI são fundamentais para preservar a classe média e a população trabalhadora. Paralelamente às discussões econômicas, o vice-presidente enfatizou que sua campanha está concentrada na mobilização de eleitores para o próximo domingo, com foco especial na redução das abstenções e no engajamento de cidadãos com mais de 70 anos.

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