Polícia Militar descarta bomba em carro de Flávio após debate na Band
No Brasil, a Polícia Militar paulista descartou bomba no carro de Flávio Bolsonaro após o debate com Lula na sede da Band, em São Paulo, e atribuiu o alerta dos cães a misturas químicas.
Pontos principais
- A ocorrência começou na noite de domingo (18/10), logo após o fim do debate entre Lula e Flávio Bolsonaro.
- A denúncia partiu da Polícia do Senado, segundo o comandante do Gate da PM paulista, capitão Vitor Capello Haddad.
- Na primeira varredura do carro, os cães farejadores sinalizaram um componente químico que pode ser usado em explosivos.
- Para o comandante, não havia bomba: misturas que volatilizaram enganaram os cães.
- O componente que causou a sinalização ainda não foi identificado.
- A Band afirmou que o esquadrão antibomba analisava esse pacote.
No Brasil, o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) da Polícia Militar de São Paulo foi acionado para checar um possível explosivo no carro que levou Flávio Bolsonaro à TV Bandeirantes, no Morumbi, zona sul da capital paulista. Segundo o comandante do Gate, capitão Vitor Capello Haddad, a informação chegou pela Polícia do Senado, que dava conta da possível presença de um objeto em um veículo da frota de um dos candidatos.
Em coletiva, o capitão Haddad afirmou que a sinalização dos cães foi causada por misturas que se volatilizaram: “São só misturas que volatilizaram e enganaram os cães farejadores.” A Band, por sua vez, referiu-se a um pacote que a equipe do esquadrão antibomba analisava.
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