Fifa enfrenta pressão interna para reformular ou extinguir prêmio da paz
Membros do conselho da Fifa pedem mudanças no prêmio da paz após polêmica envolvendo a entrega da honraria ao presidente Donald Trump.
Pontos principais
- Conselheiros da Fifa exigem o fim ou a despolitização do prêmio da paz da entidade.
- A pressão interna foi motivada pela repercussão negativa da entrega do prêmio a Donald Trump.
- O comitê de responsabilidade social da Fifa deve apresentar recomendações sobre o futuro da premiação.
- Uma nova reunião do conselho está agendada para o dia 16 de dezembro, em Doha.
Membros do conselho da Fifa solicitaram formalmente que o presidente da entidade, Gianni Infantino, considere a abolição ou uma reforma profunda no prêmio da paz da organização. O movimento ocorre em resposta à repercussão negativa gerada pela recente entrega da honraria ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o que levantou questionamentos sobre a neutralidade política da instituição esportiva.
O comitê de responsabilidade social da Fifa recebeu a tarefa de avaliar o futuro da premiação e deverá apresentar recomendações formais antes da próxima reunião do conselho, marcada para o dia 16 de dezembro, em Doha. A expectativa é que o debate defina se o prêmio será despolitizado ou se a entidade encerrará permanentemente a iniciativa para evitar novos desgastes em sua imagem pública.
