Arsène Wenger é cotado para desafiar Gianni Infantino na presidência da Fifa
O ex-técnico do Arsenal surge como possível oponente de Infantino, que enfrenta perda de apoio europeu e críticas à sua gestão na entidade.
Pontos principais
- Arsène Wenger, atual chefe de desenvolvimento global da Fifa, foi sondado para disputar a presidência contra Gianni Infantino.
- Federações da França, Suíça e Bélgica retiraram o apoio à reeleição do atual mandatário.
- A gestão de Infantino é alvo de críticas por planos de investimento privado e interferências políticas externas.
- O ex-jogador Ramon Vega é, até o momento, o único candidato confirmado para o pleito.
- Infantino mantém o suporte estratégico da Arábia Saudita e das confederações africana e sul-americana.
O ex-técnico do Arsenal, Arsène Wenger, tornou-se um nome cotado para desafiar Gianni Infantino na presidência da Fifa. A possível candidatura surge em um momento de instabilidade para o atual mandatário, que enfrenta uma crescente onda de críticas após a Copa do Mundo de 2026, incluindo questionamentos sobre planos de investimento privado e interferências políticas em decisões disciplinares da entidade.
O cenário eleitoral reflete uma divisão global, com as associações de futebol da França, Suíça e Bélgica retirando o apoio à reeleição de Infantino. Apesar da pressão europeia, o atual presidente ainda conta com o respaldo da Arábia Saudita e das confederações africana e sul-americana. Até agora, o ex-jogador Ramon Vega é o único nome confirmado na disputa, enquanto a federação belga busca explicações sobre decisões controversas de arbitragem que marcaram o período recente da gestão.
