Daily Journal
Daily Journal

Dólar sobe a R$ 5,05 com empate eleitoral e fim da escala 6x1

O dólar abriu em alta no Brasil nesta quinta-feira, pressionado por pesquisa do PoderData com diferença de 2 pontos entre Flávio Bolsonaro e Lula, dentro da margem de erro, e pela aprovação do fim da escala 6x1 no Senado Federal.

Daily Journal
Foto: Folha de São Paulo - Mercado
||
15/10 às 10:15, atualizado 11:02

Pontos principais

  • Dólar abriu em alta de 0,45%, cotado a R$ 5,053.
  • PoderData registra Flávio Bolsonaro com 48% e Lula com 46% no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
  • A diferença de 2 pontos está dentro da margem de erro de 1,8 ponto percentual da pesquisa, feita de 10 a 12 de outubro com 3.000 entrevistas por telefone.
  • Aprovação do governo Lula: 44%; desaprovação: 50%, segundo o mesmo levantamento.
  • Senado Federal aprovou em 2º turno, por 75 votos a 1, a PEC 221/2019, que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada semanal para 42 horas.
  • A redução passa a valer dois meses após a promulgação da emenda, que deve ocorrer nos próximos dias.
  • Taxas dos DIs para 2028 e 2035 subiram pelo terceiro dia consecutivo.
  • Indicadores de agosto mostraram queda na produção industrial e recuo nos serviços.

No Brasil, o mercado financeiro reagiu com cautela nesta quinta-feira, e o dólar abriu em alta de 0,45%, cotado a R$ 5,053. A alta acompanhou a divulgação de pesquisa do PoderData, feita de 10 a 12 de outubro, que registra Flávio Bolsonaro com 48% das intenções de voto no segundo turno, marcado para 25 de outubro, e Luiz Inácio Lula da Silva com 46%. A diferença de 2 pontos está dentro da margem de erro de 1,8 ponto percentual.

No mesmo levantamento, 44% aprovam o governo Lula e 50% o desaprovam. No Senado Federal, a PEC 221/2019, que acaba com a escala 6x1, foi aprovada em 2º turno por 75 votos a 1 em 14 de outubro. A redução da jornada para 42 horas semanais passa a valer dois meses após a promulgação da emenda, prevista para os próximos dias. O clima de instabilidade foi reforçado pela alta das taxas dos DIs e por dados do IBGE que mostraram desempenho abaixo do esperado nos serviços e na produção industrial de agosto.

Comentários

Carregando comentários...