Inflação na Argentina fica abaixo de 2% pelo segundo mês seguido
Na Argentina, o INDEC informa que o índice de preços ao consumidor subiu 1,9% em setembro, depois de 1,7% em agosto, e acumula 33,4% em 12 meses.
Pontos principais
- O INDEC registra alta acumulada de 23,6% no ano, até setembro.
- O núcleo subiu 1,7%, puxado por refeições fora de casa e produtos farmacêuticos.
- Os preços sazonais subiram 2,9%, com destaque para verduras, tubérculos e legumes.
- Os preços regulados subiram 2,3%, com gás, eletricidade e planos de saúde pré-pagos.
- Bens subiram 1,7% e serviços, 2,4%.
- Habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis teve a maior alta por divisão (3,1%), seguida de educação (3,0%).
- Restaurantes e hotéis (1,1%) e vestuário e calçados (1,4%) tiveram as menores variações.
- Por região, a variação foi de 1,4% na Patagônia a 2,0% na GBA e na Pampeana.
A inflação argentina voltou a subir em setembro, depois do recuo de agosto, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC). Alimentos e bebidas não alcoólicas tiveram o maior peso na variação mensal em todas as regiões, exceto na GBA, onde a principal pressão veio de habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis.
A nota do INDEC cita as resoluções tarifárias por trás dos preços regulados de gás, eletricidade e planos de saúde, de reguladores nacionais e de províncias como Buenos Aires, Córdoba e Tucumán.
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