ANS amplia rol de cobertura obrigatória dos planos de saúde
A nova resolução da ANS inclui DIU hormonal e medicamentos para doenças raras e inflamatórias no rol de cobertura obrigatória a partir de outubro.
Pontos principais
- DIU hormonal passa a ser coberto para pacientes com endometriose sob condições específicas.
- Adalimumabe é incluído para tratamento de uveíte em crianças e adolescentes.
- Rituximabe e Anfotericina B lipossomal entram no rol para vasculite e leishmaniose, respectivamente.
- Elastografia hepática ultrassônica é obrigatória para casos de colangite biliar primária.
- As novas diretrizes de cobertura entram em vigor no dia 1º de outubro de 2026.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou a Resolução Normativa nº 680, que atualiza a lista de procedimentos e medicamentos de cobertura obrigatória pelos planos de saúde. Entre as principais inclusões está o DIU hormonal para pacientes com endometriose que apresentam contraindicação ou falha no uso de contraceptivos orais.
O rol também passa a contemplar o Adalimumabe para uveíte pediátrica, o Rituximabe para vasculite associada a anticorpos ANCA e a Anfotericina B lipossomal para leishmaniose visceral. Além disso, a elastografia hepática ultrassônica foi incluída para o diagnóstico de fibrose ou cirrose em pacientes com colangite biliar primária. As novas regras de cobertura passam a valer a partir de 1º de outubro de 2026.
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