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Bolsas asiáticas sobem com queda do petróleo e expectativa por Trump e Xi

Mercados na Ásia avançam nesta segunda-feira impulsionados pela desvalorização do petróleo e pelo otimismo com o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping.

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Foto: G1 - Economia
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21/09 às 07:15, atualizado 18:31

Pontos principais

  • Bolsas da Coreia do Sul, Hong Kong, Taiwan e China continental encerraram o pregão em alta.
  • Preços do petróleo Brent recuaram cerca de 2,5% nesta segunda-feira.
  • O recuo no preço do barril aliviou preocupações globais com custos de energia.
  • A cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping em Washington deve abordar comércio e tarifas.
  • Líderes devem discutir um novo diálogo bilateral focado em inteligência artificial.
  • Negociações preparatórias ocorreram em Nova York entre Scott Bessent e He Lifeng.
  • O Banco do Povo da China manteve suas taxas de juros inalteradas na sessão.
  • Tensões geopolíticas no Oriente Médio seguem no radar dos investidores internacionais.
  • O otimismo com a pauta de tecnologia impulsionou o setor de semicondutores globalmente.

As bolsas asiáticas registraram um início de semana positivo, com os principais índices da região, incluindo Coreia do Sul, Hong Kong, Taiwan e China continental, encerrando o pregão em alta. O movimento foi sustentado principalmente pela queda acentuada nos preços do petróleo, que recuaram cerca de 2,5% no mercado internacional, reduzindo as pressões inflacionárias e os custos operacionais para diversos setores industriais.

O otimismo dos investidores também é alimentado pela expectativa em torno da cúpula entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, prevista para ocorrer em Washington ainda esta semana. Autoridades de ambos os países, incluindo o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, realizaram rodadas de negociações preparatórias em Nova York, sinalizando um ambiente de diálogo mais construtivo.

A agenda do encontro entre os dois líderes deve ser abrangente, cobrindo temas sensíveis como tarifas comerciais, questões geopolíticas e o estabelecimento de um marco regulatório para o desenvolvimento de inteligência artificial. Enquanto o mercado monitora esses desdobramentos, o Banco do Povo da China optou por manter suas taxas de juros inalteradas, reforçando uma postura de cautela diante do cenário macroeconômico global.

Embora o clima seja de otimismo, o mercado financeiro permanece atento a riscos remanescentes, como as tensões no Oriente Médio, que continuam a influenciar a volatilidade dos preços de energia a longo prazo. A resiliência demonstrada pelos mercados asiáticos reflete, contudo, uma aposta crescente de que o encontro entre as duas maiores economias do mundo possa trazer maior previsibilidade para o comércio global e para o setor de tecnologia.

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