TSE aceita ação contra Lula e Alckmin por desfile de escola de samba
O TSE admitiu investigação contra Lula e Alckmin por suposto abuso de poder e uso de verbas públicas em desfile de escola de samba no carnaval de 2026.
Pontos principais
- O corregedor-eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira, admitiu a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE).
- A acusação aponta suposto abuso de poder político e econômico, além de uso indevido dos meios de comunicação.
- A petição alega que a escola de samba Acadêmicos de Niterói recebeu R$ 9,6 milhões de órgãos públicos após anunciar enredo sobre Lula.
- A ação inclui como investigados a primeira-dama Janja Lula da Silva, o político Marcelo Freixo e o prefeito Rodrigo Neves.
- Os citados têm prazo de cinco dias para apresentar defesa ao tribunal.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu início a uma investigação judicial eleitoral contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente Geraldo Alckmin. A decisão do corregedor-geral, ministro Antonio Carlos Ferreira, reconheceu a admissibilidade da ação movida pelo senador Flávio Bolsonaro e pelo deputado Alfredo Gaspar. O processo apura alegações de abuso de poder político e econômico durante o carnaval de 2026, envolvendo o desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói.
Segundo a denúncia, a agremiação teria recebido cerca de R$ 9,6 milhões de fontes públicas e privadas não esclarecidas após definir um enredo em homenagem ao presidente. A petição solicita a oitiva de figuras como a primeira-dama Janja Lula da Silva e o prefeito Rodrigo Neves. Caso a ação seja julgada procedente, os investigados podem enfrentar a cassação de seus diplomas e a inelegibilidade por oito anos, sob a acusação de uso indevido de recursos e meios de comunicação.
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