Caiado critica reajuste do Bolsa Família e aponta populismo eleitoral
O candidato Ronaldo Caiado classificou o aumento de R$ 91 no Bolsa Família como uma tentativa de compra de votos às vésperas da eleição.
Pontos principais
- Ronaldo Caiado (PSD) criticou o reajuste do benefício de R$ 600 para R$ 691.
- O candidato classificou a medida e a distribuição de canetas de emagrecimento como populismo.
- Caiado propôs um ajuste fiscal com limitação de gastos atrelada ao crescimento do PIB.
- O presidenciável defendeu o corte de emendas impositivas e repasses aos Poderes.
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) manifestou forte oposição ao recente reajuste do Bolsa Família, que elevou o benefício em R$ 91. Em declarações públicas, Caiado classificou a medida, anunciada a 16 dias do pleito, como uma estratégia de populismo eleitoral destinada à compra de votos. Além do auxílio financeiro, o candidato também criticou a distribuição gratuita de canetas de emagrecimento pelo governo, apontando o uso da máquina pública para fins eleitoreiros.
Em contrapartida às ações do governo, Caiado apresentou propostas voltadas ao ajuste fiscal, incluindo um limitador de gastos públicos atrelado a 50% do crescimento do PIB. O candidato defendeu ainda o corte integral das emendas impositivas e a redução de 25% no repasse do duodécimo aos Poderes e órgãos independentes. O discurso integra a plataforma econômica do presidenciável, que busca se diferenciar da atual gestão ao prometer mudanças estruturais no controle das contas públicas.
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