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Nova lei de data centers é sancionada, mas setor aponta gargalo energético

O presidente Lula sancionou o Redata para impulsionar data centers, mas empresas alertam que a falta de energia e espaço físico limitam a expansão.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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17/09 às 06:31 · atualizado 07:45

Pontos principais

  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Redata, regime que isenta impostos como IPI, PIS/Cofins e Imposto de Importação.
  • A medida visa aumentar a competitividade do Brasil no mercado de infraestrutura para inteligência artificial.
  • A Nvidia estima que o custo de equipamentos importados deve cair significativamente com a nova legislação.
  • Executivos do setor apontam que a distribuição de energia e a disponibilidade de espaço físico são os principais desafios atuais.
  • A necessidade de adaptação de data centers para refrigeração a líquido é um ponto crítico para novas tecnologias.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata), medida vista pelo setor como um avanço para a instalação de infraestrutura voltada à inteligência artificial no Brasil. O novo marco regulatório prevê a isenção de impostos como o de Importação, PIS/Cofins e IPI, o que, segundo a Nvidia, deve reduzir significativamente os custos de importação de equipamentos essenciais para o setor.

Apesar do incentivo fiscal, empresas do ramo alertam que a expansão de novos projetos enfrenta gargalos operacionais críticos. Executivos destacam que a dificuldade no acesso à energia, a falta de espaço físico adequado e a necessidade de adaptação técnica para sistemas de refrigeração a líquido em unidades existentes permanecem como os principais entraves para a consolidação do país como um hub de data centers.

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