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Renan Santos defende prisão de ministros do STF por caso Banco Master

Candidato à presidência exige afastamento e detenção de magistrados citados em investigação sobre relações com o Banco Master durante evento.

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Foto: Times Brasil
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16/09 às 13:45, atualizado 22:32

Pontos principais

  • Renan Santos defendeu o afastamento e a prisão de ministros do STF envolvidos no caso Banco Master.
  • A declaração foi feita durante evento de campanha do candidato em Londrina.
  • O candidato criticou a atuação do presidente do STF, Edson Fachin, classificando-o como fraco.
  • Santos propôs reformas para limitar decisões monocráticas e endurecer critérios de nomeação no Judiciário.
  • A fala ocorre após o STF autorizar investigação sobre a relação entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro.

O candidato à presidência Renan Santos, do partido Missão, defendeu publicamente o afastamento e a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que estariam envolvidos em irregularidades relacionadas ao Banco Master. A declaração foi proferida durante um evento de campanha em Londrina, onde o presidenciável também classificou a gestão do ministro Edson Fachin à frente da Corte como fraca. O posicionamento ocorre em um momento de escalada de tensões entre os Poderes, após o STF autorizar a abertura de uma investigação sobre as relações entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Além das medidas punitivas, Santos aproveitou o espaço para propor uma reforma estrutural no Judiciário brasileiro. O candidato defendeu a limitação de decisões monocráticas e a implementação de critérios mais rígidos para a nomeação de magistrados. O tema tem dominado a agenda dos candidatos ao Planalto, que buscam capitalizar sobre a crise interna no tribunal para discutir mudanças no funcionamento da Corte e na vitaliciedade de seus integrantes.

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