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Entidades e personalidades pressionam STF por resposta à crise

Manifestos assinados por milhares de entidades e personalidades exigem que o STF analise a atual crise institucional em sessão pública e com urgência.

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Foto: G1 Política
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08/09 às 23:45, atualizado 09/09 às 10:32

Pontos principais

  • O 'Manifesto à Nação Brasileira' conta com mais de 3 mil adesões de entidades empresariais e sindicatos.
  • O grupo 'Pela lei e pelo Brasil', com 157 signatários, defende apuração independente e um código de conduta para cortes superiores.
  • As entidades exigem que o plenário do STF preste contas à sociedade de forma transparente e sem corporativismo.
  • O presidente do STF, Edson Fachin, deu 72 horas para manifestação sobre recurso contra o afastamento de diretores da Polícia Federal.

Uma ampla mobilização de entidades empresariais, economistas e intelectuais intensificou a pressão sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) por uma resposta urgente à crise institucional que atinge a Corte. O movimento é liderado pelo 'Manifesto à Nação Brasileira', documento que reúne mais de 3 mil associações e sindicatos, representando uma parcela significativa do PIB nacional. Os signatários exigem que o plenário do tribunal analise os fatos em sessão pública, buscando maior transparência e o fim de práticas corporativistas no Judiciário.

Paralelamente, o grupo 'Pela lei e pelo Brasil', composto por 157 personalidades, defende a criação de um código de conduta para as cortes superiores e a realização de investigações independentes. A tensão institucional foi agravada por desdobramentos envolvendo a Polícia Federal e questionamentos sobre a conduta de ministros. O cenário atual inclui o afastamento preventivo de diretores da PF determinado pelo ministro André Mendonça, decisão que é alvo de um recurso da Advocacia-Geral da União, cujo prazo de manifestação foi fixado em 72 horas pelo presidente do STF, Edson Fachin.

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