Treze ministros aposentados do STF pedem apuração sobre crise na Corte
Grupo de ex-magistrados enviou carta a Edson Fachin solicitando uma sessão pública para investigar fatos que ameaçam a estabilidade do tribunal.
Pontos principais
- Treze ministros aposentados do STF, incluindo Rosa Weber e Joaquim Barbosa, assinaram o documento.
- O grupo solicita a convocação urgente de uma sessão pública para apurar episódios que afetam o prestígio da Corte.
- A carta classifica o momento atual como a crise mais aguda da história do Supremo Tribunal Federal.
- Os signatários não citaram nomes de ministros ativos nem pediram afastamentos, focando na necessidade de rigor institucional.
- O documento manifesta apoio à condução de Edson Fachin e reforça a importância da confiança popular nas instituições.
Treze ministros aposentados do Supremo Tribunal Federal (STF) enviaram uma carta ao atual presidente da Corte, ministro Edson Fachin, na noite de segunda-feira (7). No documento, o grupo manifesta preocupação com o cenário atual do Judiciário brasileiro, classificando a situação como a crise mais aguda já enfrentada pelo tribunal. Os magistrados solicitam a convocação de uma sessão pública para realizar uma apuração rigorosa sobre fatos que, segundo eles, comprometem a autoridade do STF, a confiança da população e a estabilidade das instituições democráticas.
Entre os signatários da carta estão nomes de peso como Joaquim Barbosa, Rosa Weber, Ayres Britto e Celso de Mello. Embora o documento não especifique quais episódios devem ser investigados nem cite nominalmente os ministros envolvidos, o grupo enfatiza a necessidade de seguir o devido processo legal para restaurar a credibilidade da instituição. Os ex-ministros declararam confiança na condução de Fachin diante do desafio, sem solicitar o afastamento de qualquer integrante da composição atual do tribunal. A iniciativa reflete a crescente pressão sobre a cúpula do Judiciário em um momento de instabilidade institucional.
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