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Fachin defende tolerância no STF em meio a crise sobre Moraes

Presidente do STF pede moderação no período eleitoral enquanto a Corte enfrenta desgaste por investigações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.

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Foto: InfoMoney
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03/09 às 18:15, atualizado 09/09 às 07:10

Pontos principais

  • Edson Fachin defendeu que a discordância não deve ser confundida com ódio durante o lançamento da campanha 'Paz e Tolerância nas Eleições'.
  • O STF vive uma crise interna após a divulgação de relatório da PF sobre supostos elos entre Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.
  • O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recomendou o arquivamento do caso por entender que provas foram obtidas sem anuência do plenário.
  • Fachin prometeu anunciar medidas institucionais para tratar da crise nos próximos dias após análise detalhada dos fatos.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, fez um apelo pela tolerância e pelo respeito democrático durante o lançamento da campanha 'Paz e Tolerância nas Eleições'. O pronunciamento ocorre em um momento de acentuada crise interna na Corte, motivada pela divulgação de um relatório da Polícia Federal que aponta conexões entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-controlador do Banco Master, Daniel Vorcaro. A situação gerou um clima de tensão entre os magistrados, evidenciado pela ausência de cumprimento entre Moraes e o ministro André Mendonça durante a última sessão plenária.

Enquanto o debate sobre a legitimidade das provas e a conduta dos ministros ganha força no meio jurídico, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, manifestou-se pelo arquivamento da investigação, alegando irregularidades procedimentais. Fachin afirmou que a Corte está analisando o cenário e deve apresentar medidas institucionais em breve para conter o desgaste e preservar a estabilidade do Judiciário.

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