Pesquisa Quaest aponta desaprovação de 48% ao governo Lula
Levantamento mostra que 48% dos eleitores desaprovam a gestão Lula, enquanto 45% aprovam, em cenário de empate técnico para o segundo turno.
Pontos principais
- A pesquisa Quaest ouviu 2.004 pessoas entre 30 de agosto e 1º de setembro de 2026.
- A desaprovação ao governo Lula manteve-se em 48%, com a aprovação oscilando de 46% para 45%.
- Na corrida presidencial, Lula lidera com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro com 29%.
- Em eventual segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro estão tecnicamente empatados com 42% e 41%, respectivamente.
- 49% dos entrevistados afirmam que a economia brasileira piorou nos últimos 12 meses.
- 65% dos eleitores acreditam que investigações sobre Lulinha prejudicam a campanha de Lula.
- 64% dos entrevistados avaliam que o caso do filme Dark Horse impacta negativamente a candidatura de Flávio Bolsonaro.
A mais recente pesquisa Quaest, divulgada em setembro de 2026, revela um cenário de estabilidade na avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento aponta que 48% dos eleitores desaprovam a atual gestão, enquanto 45% aprovam. A percepção negativa é acompanhada por uma avaliação econômica desfavorável, com 49% dos entrevistados indicando que a economia do país piorou no último ano, e 67% relatando aumento nos preços dos alimentos. O estudo, que possui margem de erro de dois pontos percentuais, reflete um ambiente de polarização política acentuada.
No campo eleitoral, Lula mantém a liderança no primeiro turno com 37%, seguido por Flávio Bolsonaro, que registra 29%. A disputa, contudo, mostra-se acirrada em um eventual segundo turno, onde os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados, com 42% e 41% das intenções de voto, respectivamente. Além dos indicadores econômicos, o levantamento destaca o peso de investigações em curso: a maioria dos eleitores considera que tanto o caso envolvendo o filho do presidente, Lulinha, quanto a controvérsia do filme Dark Horse, ligada a Flávio Bolsonaro, trazem prejuízos significativos às respectivas campanhas presidenciais.
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