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OpenAI contesta acusações da Apple sobre roubo de segredos comerciais

A OpenAI atribuiu as alegações de roubo de segredos comerciais a falhas internas da Apple nos processos de desligamento de seus ex-funcionários.

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Foto: Axios - Main
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01/09 às 08:32, atualizado 15:33

Pontos principais

  • A OpenAI classificou o processo judicial da Apple como uma caça às bruxas e solicitou a rejeição das acusações.
  • A Apple alega que o ex-engenheiro Chang Liu utilizou esquemas confidenciais de circuitos da empresa em simulações na OpenAI.
  • A fabricante do iPhone acusa a OpenAI de destruição de evidências e solicitou acesso a dispositivos utilizados pelo ex-funcionário.
  • A OpenAI argumenta que as alegações decorrem de falhas nos procedimentos de desligamento de pessoal da própria Apple.
  • Uma audiência judicial para tratar do caso está agendada para o dia 1º de outubro.

A OpenAI apresentou uma resposta formal ao processo movido pela Apple, negando as acusações de apropriação indevida de segredos comerciais e propriedade intelectual. A empresa de inteligência artificial argumentou que as alegações da fabricante do iPhone são infundadas e decorrem, na verdade, de falhas nos processos internos de desligamento de funcionários da própria Apple. A defesa da OpenAI classificou a ação judicial como uma tentativa de intimidação, solicitando a rejeição imediata do processo. O conflito jurídico intensificou-se após a Apple apresentar evidências forenses preliminares, que supostamente indicariam o uso de esquemas confidenciais de circuitos da empresa em simulações de engenharia realizadas pelo ex-engenheiro Chang Liu, agora contratado pela OpenAI. Além disso, a Apple acusa Liu de ter instruído uma colega a destruir provas após o início de uma investigação interna, o que levou a empresa a solicitar ao tribunal a aceleração da produção de provas e o acesso a equipamentos utilizados pelo ex-funcionário. A disputa ocorre em um momento de crescente tensão entre as duas gigantes de tecnologia, especialmente após a OpenAI sinalizar uma entrada no mercado de hardware. Com a escalada das acusações mútuas, o caso segue para uma audiência judicial marcada para o dia 1º de outubro, onde a justiça deverá avaliar os pedidos de ambas as partes sobre a preservação e acesso a dados confidenciais.

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