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Ibovespa sobe 1,3% e renova máxima em quatro meses com alta do petróleo

O Ibovespa fechou em 179.722 pontos, impulsionado pela valorização das ações da Petrobras e por dados do PIB que reforçam expectativas de novos cortes na taxa Selic.

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Foto: Times Brasil
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01/09 às 13:45, atualizado 22:01

Pontos principais

  • O Ibovespa encerrou o pregão com alta de 1,3%, atingindo 179.722,48 pontos e acumulando dez altas consecutivas.
  • Durante a sessão, o índice superou a marca de 181 mil pontos, renovando máximas não vistas desde maio.
  • As ações da Petrobras subiram mais de 4% acompanhando a valorização internacional do petróleo Brent e WTI.
  • O PIB brasileiro registrou crescimento de 0,5% no segundo trimestre, sinalizando desaceleração que favorece cortes na Selic.
  • O dólar comercial recuou 0,54%, sendo cotado a R$ 5,15, em um movimento de otimismo com ativos brasileiros.
  • Setores financeiro e de estatais, incluindo Banco do Brasil e Vale, contribuíram para o desempenho positivo do índice.
  • Tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã elevaram o preço do barril de petróleo, impactando o mercado global.

O mercado financeiro brasileiro registrou um dia de otimismo, com o Ibovespa atingindo seu maior nível em quase quatro meses. O índice fechou o pregão em 179.722,48 pontos, após ter superado a barreira dos 181 mil pontos durante o dia. O desempenho foi sustentado principalmente pela valorização das ações da Petrobras, que reagiram à alta expressiva dos preços do petróleo no mercado internacional, motivada pelo agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã. Além das petroleiras, grandes bancos e a Vale também figuraram entre os destaques positivos do dia.

Paralelamente, a divulgação do PIB brasileiro do segundo trimestre, que apresentou um crescimento de 0,5%, foi interpretada por analistas como um sinal favorável para a política monetária. A desaceleração econômica observada reforçou as expectativas de que o Banco Central poderá promover novos cortes na taxa Selic, o que impulsionou o apetite por ativos de risco locais. Enquanto o cenário externo mantém cautela devido às incertezas geopolíticas e à política de juros do Federal Reserve, o real se valorizou frente ao dólar, fechando a R$ 5,15, em um movimento de descolamento das pressões globais.

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