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Justiça dos EUA rejeita processo antitruste da Ollywan contra a Meta

Juíza indeferiu ação da startup que acusava a Meta de copiar o modelo de negócios do Instagram Shopping, citando prescrição do prazo legal.

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Foto: G1 - Economia
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31/08 às 14:15 · atualizado 20:56

Pontos principais

  • A juíza Virginia DeMarchi rejeitou a ação da Ollywan por considerar que o processo foi apresentado fora do prazo legal de quatro anos.
  • A startup britânica alegava que a Meta copiou o conceito de sua plataforma Winstag para lançar o Instagram Shopping em 2016.
  • O tribunal concluiu que a autora não demonstrou danos concretos à concorrência.
  • A Meta negou irregularidades, argumentando que a startup buscava responsabilizá-la pelo próprio fracasso comercial.
  • A decisão judicial permite que a Ollywan apresente uma nova petição inicial com restrições específicas.

Uma juíza federal dos Estados Unidos indeferiu uma ação antitruste movida pela startup britânica Ollywan contra a Meta. A empresa acusava a gigante de tecnologia de monopolizar o setor de compras no Instagram, alegando que a Meta teria copiado o conceito de sua plataforma Winstag após ter tido acesso a um plano de negócios confidencial. A magistrada Virginia DeMarchi concluiu que as alegações foram protocoladas após o prazo prescricional de quatro anos e não demonstraram danos à concorrência. A Meta negou as irregularidades, sustentando que a startup tentava responsabilizar a companhia pelo seu próprio fracasso comercial. Embora o processo tenha sido rejeitado, a decisão permite que a Ollywan apresente uma nova petição inicial com restrições. O caso soma-se ao escrutínio regulatório enfrentado pela Meta, que, apesar de ter vencido ações movidas pela Comissão Federal de Comércio, segue sob vigilância quanto a suas práticas de mercado.

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