Justiça dos EUA rejeita processo antitruste da Ollywan contra a Meta
Juíza indeferiu ação da startup que acusava a Meta de copiar o modelo de negócios do Instagram Shopping, citando prescrição do prazo legal.
Pontos principais
- A juíza Virginia DeMarchi rejeitou a ação da Ollywan por considerar que o processo foi apresentado fora do prazo legal de quatro anos.
- A startup britânica alegava que a Meta copiou o conceito de sua plataforma Winstag para lançar o Instagram Shopping em 2016.
- O tribunal concluiu que a autora não demonstrou danos concretos à concorrência.
- A Meta negou irregularidades, argumentando que a startup buscava responsabilizá-la pelo próprio fracasso comercial.
- A decisão judicial permite que a Ollywan apresente uma nova petição inicial com restrições específicas.
Uma juíza federal dos Estados Unidos indeferiu uma ação antitruste movida pela startup britânica Ollywan contra a Meta. A empresa acusava a gigante de tecnologia de monopolizar o setor de compras no Instagram, alegando que a Meta teria copiado o conceito de sua plataforma Winstag após ter tido acesso a um plano de negócios confidencial. A magistrada Virginia DeMarchi concluiu que as alegações foram protocoladas após o prazo prescricional de quatro anos e não demonstraram danos à concorrência. A Meta negou as irregularidades, sustentando que a startup tentava responsabilizar a companhia pelo seu próprio fracasso comercial. Embora o processo tenha sido rejeitado, a decisão permite que a Ollywan apresente uma nova petição inicial com restrições. O caso soma-se ao escrutínio regulatório enfrentado pela Meta, que, apesar de ter vencido ações movidas pela Comissão Federal de Comércio, segue sob vigilância quanto a suas práticas de mercado.
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