Julgamento na Califórnia avalia responsabilidade da Meta com menores
Tribunal inicia processo onde 29 estados americanos acusam a Meta de projetar o Instagram e o Facebook para viciar crianças e adolescentes.
Pontos principais
- O julgamento em Oakland analisa se a Meta priorizou o engajamento em detrimento da saúde mental de usuários jovens.
- Procuradores citaram e-mails internos que comparam o uso do Instagram a uma dependência química.
- O ex-executivo Arturo Béjar testemunhou sobre falhas da plataforma em lidar com denúncias de assédio.
- A defesa da Meta nega as acusações, argumentando falta de comprovação científica sobre o vício em redes sociais.
Teve início em um tribunal federal na Califórnia o julgamento que investiga a responsabilidade da Meta na proteção de menores em suas plataformas. A acusação, movida por 29 estados americanos, sustenta que a empresa projetou o Instagram e o Facebook para maximizar o tempo de tela de adolescentes, ignorando riscos à saúde mental. Durante o primeiro dia, foram apresentados documentos internos que sugerem que funcionários tinham ciência do potencial viciante dos serviços. Em contrapartida, a defesa da companhia nega as alegações de vício e reforça o compromisso com o aprimoramento contínuo das ferramentas de segurança. O processo, que deve durar até sete semanas, ocorre em um cenário de pressão regulatória global, que também afeta outros setores, como a disputa da Disney com a FCC e os impactos logísticos da seca na Europa.
Comentários
Carregando comentários...
