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Irã mantém restrições no Estreito de Ormuz e exige ações dos EUA

Teerã condiciona a reabertura da rota estratégica ao fim de sanções e ações militares dos EUA, desafiando alegações americanas sobre a via.

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Foto: Times Brasil
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28/08 às 19:15 · atualizado 19:45

Pontos principais

  • O presidente Masoud Pezeshkian condicionou a reabertura de uma rota no Estreito de Ormuz ao cumprimento de obrigações pelos EUA.
  • A Marinha da Guarda Revolucionária do Irã declarou ter controle total sobre o estreito e rejeitou alegações americanas de que a via estaria aberta.
  • Teerã exige a suspensão de sanções, a liberação de ativos congelados e o fim das hostilidades no Líbano.
  • O governo iraniano classificou as declarações dos EUA como uma tentativa de manipular preços do petróleo e ocultar falhas estratégicas.

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, anunciou um entendimento com Omã para a reabertura de uma rota estratégica no Estreito de Ormuz, condicionando a medida ao cumprimento de obrigações pelos Estados Unidos previstas no memorando de Islamabad. Em paralelo, a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã afirmou manter controle total sobre a região, rejeitando alegações americanas de que o estreito estaria livre para navegação. Para Teerã, as declarações dos EUA visam manipular o mercado de petróleo e esconder fracassos diplomáticos. As restrições impostas pelo Irã permanecem vigentes até que a administração de Donald Trump suspenda sanções econômicas, libere ativos congelados e encerre ações militares contra o país. A iniciativa reflete a estratégia iraniana de buscar estabilidade regional enquanto pressiona Washington por concessões financeiras e políticas.

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