Governo Trump inicia retorno de diplomatas a embaixadas no Oriente Médio
EUA retomam atividades diplomáticas presenciais na região, sinalizando menor risco de escalada imediata no conflito com o Irã.
Pontos principais
- O governo americano iniciou o retorno de funcionários a missões diplomáticas no Líbano, Israel, Arábia Saudita e Iraque.
- A medida inclui a permissão para o retorno de familiares de diplomatas lotados em Riad.
- As embaixadas operarão inicialmente com capacidade reduzida, entre 75% e 85% do efetivo autorizado.
- A decisão reflete uma avaliação de Washington de que o risco de um conflito direto com o Irã diminuiu no curto prazo.
A administração do presidente Donald Trump iniciou o planejamento para o retorno de diplomatas americanos às embaixadas no Oriente Médio, conforme indicam documentos internos. A medida, que começou a ser implementada nesta semana, abrange postos estratégicos como Israel, Líbano, Iraque e Arábia Saudita, onde inclusive foi autorizada a volta de familiares. As missões diplomáticas, que haviam reduzido suas operações em fevereiro devido às tensões regionais, retomarão as atividades com um efetivo entre 75% e 85% da capacidade autorizada. Analistas interpretam o movimento como um sinal de que a Casa Branca não projeta uma escalada de conflito direto com o Irã no momento. A normalização da presença diplomática busca estabilizar as relações na região e retomar operações consulares, refletindo uma avaliação de risco mais moderada por parte do governo americano em relação às ameaças imediatas na área.
