Julgamento nos EUA pode forçar mudanças no Instagram e Facebook
Processo contra a Meta avalia se a empresa viciou jovens e pode obrigar alterações em recursos como a rolagem infinita e os Stories.
Pontos principais
- O julgamento federal em Oakland começou em 18 de agosto de 2026.
- Dezenas de estados americanos acusam a Meta de prejudicar a saúde mental de menores.
- Procuradores exigem o fim da rolagem infinita, reprodução automática e dos Stories.
- A Meta nega as acusações de viciar deliberadamente crianças e adolescentes.
- Uma possível derrota da empresa pode criar precedentes legais para outras big techs.
Um julgamento federal em Oakland, iniciado em 18 de agosto de 2026, coloca a Meta no centro de uma disputa judicial que pode redefinir o funcionamento das redes sociais. Dezenas de estados americanos acusam a companhia de projetar o Facebook e o Instagram para viciar deliberadamente crianças e adolescentes, além de violar leis de privacidade infantil. Entre as medidas solicitadas pelos procuradores estão o fim da rolagem infinita, a remoção da reprodução automática de vídeos e a exclusão de recursos como os Stories e filtros de imagem.
A Meta nega as irregularidades e defende a segurança de suas plataformas. Com previsão de durar seis semanas, o caso é acompanhado de perto pelo setor de tecnologia. Especialistas apontam que uma condenação da Meta pode abrir precedentes significativos para processos semelhantes contra outras big techs, forçando uma reestruturação global nos algoritmos de recomendação e nas políticas de proteção de dados para menores.
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