Meta começa a ser julgada nos EUA por vício de jovens em redes sociais
Julgamento em Oakland avalia se recursos das plataformas da Meta prejudicam a saúde mental de crianças e adolescentes nos Estados Unidos.
Pontos principais
- Ação judicial movida por 29 estados americanos acusa a Meta de criar mecanismos viciantes em suas redes sociais.
- Procuradores buscam indenizações bilionárias e mudanças obrigatórias nos algoritmos e filtros de imagem das plataformas.
- O julgamento deve durar até oito semanas e incluir depoimentos de executivos como Mark Zuckerberg e Adam Mosseri.
- A Meta nega as acusações, afirmando que os problemas de saúde mental são desafios amplos do setor de tecnologia.
Teve início em Oakland, nos Estados Unidos, o julgamento de uma ação coletiva movida por 29 estados contra a Meta. O processo, que teve origem em 2023, alega que a empresa projetou intencionalmente recursos em suas plataformas que viciam e prejudicam o bem-estar de menores de idade. Os procuradores buscam não apenas indenizações bilionárias, mas também mudanças estruturais, incluindo restrições a filtros de imagem e alterações profundas nos algoritmos das redes sociais. A Meta refuta as alegações, classificando-as como infundadas e argumentando que a companhia está sendo penalizada por desafios que afetam todo o setor de tecnologia. O caso, que deve durar entre seis e oito semanas, contará com depoimentos de figuras centrais da empresa, como o CEO Mark Zuckerberg. A decisão final poderá estabelecer um precedente importante para a regulação de big techs e a proteção de usuários jovens no ambiente digital.
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