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Irã oferece recompensa por morte ou captura de soldados dos EUA

O Exército iraniano anunciou uma recompensa de US$ 30 mil por militares americanos, valor que dobra caso a ação seja executada por mulheres, elevando a tensão diplomática com Washington.

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Foto: Folha de São Paulo - Mundo
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16/08 às 14:02, atualizado 16:01

Pontos principais

  • O anúncio foi feito pelo comandante do Exército iraniano, Amir Hatami, via agência estatal.
  • A recompensa fixada é de US$ 30 mil por cada soldado americano morto ou capturado.
  • O valor do prêmio é dobrado para US$ 60 mil se a operação for realizada por uma mulher.
  • A medida ocorre em meio a um conflito persistente entre os dois países desde fevereiro de 2026.
  • O governo iraniano reiterou a exigência pela retirada de forças americanas do Oriente Médio.
  • Negociações de paz e acordos de cessar-fogo anteriores fracassaram, mantendo a instabilidade na região.
  • Não há relatos atuais de tropas terrestres americanas operando diretamente em território iraniano.

O Exército do Irã oficializou, por meio do comandante Amir Hatami, a oferta de uma recompensa financeira pela morte ou captura de militares dos Estados Unidos. A medida estabelece o pagamento de US$ 30 mil por indivíduo, valor que é dobrado para US$ 60 mil caso a ação seja executada por uma mulher. A declaração foi divulgada pela agência estatal IRNA e, segundo o comando militar, atende a pedidos populares em um momento de acirramento da retórica hostil entre Teerã e Washington. O governo dos Estados Unidos, sob a gestão do presidente Donald Trump, ainda não emitiu uma resposta oficial detalhada sobre a ameaça.

Este anúncio intensifica a instabilidade geopolítica que marca a relação entre os dois países desde o início do conflito, em fevereiro de 2026. A região tem enfrentado sucessivos fracassos em tentativas de cessar-fogo e negociações de paz, com episódios recorrentes de ataques e bombardeios. Além da recompensa, o Irã reforçou a exigência pela saída das forças americanas do Oriente Médio e impôs restrições à navegação de navios dos EUA em águas estratégicas, como o Estreito de Ormuz. Embora não existam registros de tropas terrestres americanas em solo iraniano, a medida é vista como uma escalada significativa na crise diplomática e militar em curso.

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