EUA atacam alvos iranianos após morte de dois soldados na Jordânia
Após a morte de dois militares americanos em ataque na Jordânia, os EUA iniciaram uma série de retaliações contra instalações iranianas, encerrando uma trégua recente.
Pontos principais
- Dois militares americanos morreram e um permanece desaparecido após ataque a base na Jordânia na última sexta-feira.
- O Comando Central dos EUA (CENTCOM) confirmou a oitava noite consecutiva de ataques contra alvos ligados ao Irã.
- O governo iraniano suspendeu o Memorando de Entendimento de Islamabad, encerrando formalmente o acordo de paz provisório.
- O presidente Donald Trump autorizou a ofensiva com o objetivo de degradar capacidades militares iranianas e proteger o Estreito de Ormuz.
- O Kuwait acionou suas defesas aéreas após detectar movimentação de drones e mísseis vindos do território iraniano.
- A escalada militar provocou instabilidade regional e alta imediata nos preços do petróleo no mercado internacional.
A tensão entre Washington e Teerã atingiu um novo patamar de gravidade após a morte de dois soldados americanos em uma base na Jordânia na última sexta-feira. Em resposta direta ao incidente, o presidente Donald Trump autorizou uma campanha de ataques aéreos contra instalações militares iranianas, que já dura oito noites consecutivas. A ofensiva marca o colapso definitivo do Memorando de Entendimento de Islamabad, um acordo de trégua provisória que visava conter as hostilidades entre as duas nações no último mês.
A situação na região permanece volátil, com relatos de defesas aéreas acionadas no Kuwait devido a disparos de drones e mísseis. Autoridades americanas classificaram a ação como uma resposta proporcional para proteger tropas e garantir a segurança do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. O agravamento do conflito gera preocupações globais, refletindo-se na volatilidade dos preços do petróleo e no risco de uma expansão das operações militares para outros países do Oriente Médio.
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