Estado do Rio pede falência da Refit por dívida de R$ 25,7 bilhões
Governo fluminense busca falência da refinaria e propõe lei mais rígida contra devedores contumazes com débitos acima de R$ 15 milhões.
Pontos principais
- O governo do Rio de Janeiro protocolou na Justiça o pedido de conversão da recuperação judicial da Refit em falência.
- A dívida tributária da empresa cresceu de R$ 5,5 bilhões em 2016 para R$ 25,7 bilhões em 2026.
- O projeto de lei enviado à Alerj visa endurecer sanções contra devedores contumazes com débitos superiores a R$ 15 milhões.
- A Refit é investigada pela Polícia Federal por suspeitas de fraude, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.
- O acionista majoritário da companhia, Ricardo Magro, está foragido nos Estados Unidos e incluído na difusão vermelha da Interpol.
O governo do Rio de Janeiro intensificou as medidas contra a refinaria Refit ao protocolar um pedido de falência na Justiça, visando encerrar o processo de recuperação judicial da empresa. A iniciativa ocorre em um cenário de agravamento das finanças da companhia, cujos débitos tributários saltaram de R$ 5,5 bilhões em 2016 para R$ 25,7 bilhões em 2026. Paralelamente, o Executivo estadual enviou à Assembleia Legislativa (Alerj) um projeto de lei focado em combater devedores contumazes, estabelecendo sanções rigorosas para empresas com dívidas superiores a R$ 15 milhões. A situação da Refit é agravada por investigações da Polícia Federal que apuram crimes de fraude e lavagem de dinheiro, enquanto seu principal acionista, Ricardo Magro, permanece foragido nos Estados Unidos com mandado de prisão internacional via Interpol.
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