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Guerra no Irã eleva custos de companhias aéreas em R$ 5,2 bilhões

O aumento do querosene de aviação, impactado pelo conflito no Irã, gerou um custo extra de R$ 5,2 bilhões para Azul, Gol e Latam.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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05/08 às 23:31

Pontos principais

  • O custo adicional de R$ 5,2 bilhões foi acumulado pelas companhias Azul, Gol e Latam desde o início do conflito em fevereiro.
  • A Petrobras anunciou um reajuste de 1,9% no preço do querosene de aviação (QAV) em 1º de agosto.
  • A volatilidade nos preços globais de energia, causada pela guerra no Irã, pressiona as operações do setor aéreo brasileiro.
  • O setor enfrenta desafios operacionais diretos devido à dependência do combustível derivado de petróleo.

As companhias aéreas brasileiras Azul, Gol e Latam registraram um aumento de R$ 5,2 bilhões em seus custos operacionais desde o início da guerra no Irã, em fevereiro. O impacto financeiro é reflexo da volatilidade nos preços globais de energia, que afeta diretamente a cadeia de suprimentos e o valor dos combustíveis. A situação foi agravada por um novo reajuste de 1,9% no preço do querosene de aviação (QAV), anunciado pela Petrobras no dia 1º de agosto. A alta constante nos custos de insumos pressiona o setor aéreo, que já lida com margens operacionais estreitas e a necessidade de repassar parte dessas despesas para a estrutura de preços. O cenário reflete a vulnerabilidade das empresas brasileiras às flutuações geopolíticas que impactam o mercado internacional de petróleo.

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