A guerra no Irã tem provocado um aumento significativo nos custos operacionais das companhias aéreas globais, impulsionado pela disparada do preço do querosene de aviação. Desde o início do ano, o valor do combustível dobrou, alcançando US$ 173,91 por barril, mais que o dobro do preço registrado em janeiro. Essa alta é mais intensa que a do petróleo bruto, que gira em torno de US$ 100 o barril, e é agravada pelo fechamento do Estreito de Ormuz.
Em resposta, companhias aéreas na Europa e na Ásia estão implementando reajustes de tarifas e cancelamentos de voos. A escandinava SAS, por exemplo, cancelou centenas de voos, principalmente na Noruega, e anunciou um aumento temporário nas tarifas. Outras grandes empresas como Air France-KLM, Lufthansa, Qantas e Thai Airways também sentem a pressão dos custos, com algumas já anunciando ou estudando reajustes. Além dos custos, as companhias também reduziram operações no Oriente Médio por questões de segurança.
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