Operadoras contestam sistema anti-spam da Vivo na Anatel
Empresas de telefonia acusam a Vivo de bloquear chamadas legítimas de serviços essenciais por meio de sua ferramenta de proteção contra spam.
Pontos principais
- O serviço 'Vivo Anti-spam' bloqueia automaticamente chamadas identificadas como massivas ou fraudulentas.
- Operadoras como TIM, Adyl Telecom e 3corp alegam que o sistema impede ligações de órgãos públicos e serviços de saúde.
- A Anatel atua como mediadora no conflito para avaliar os critérios técnicos de bloqueio adotados pela Vivo.
- A Vivo sustenta que a ferramenta é essencial para combater o 'spoofing' e proteger a base de clientes contra fraudes.
Um conflito entre operadoras de telefonia chegou à Anatel após reclamações sobre o funcionamento do sistema 'Vivo Anti-spam'. Empresas como TIM, Adyl Telecom e 3corp afirmam que a ferramenta da Vivo tem bloqueado indevidamente chamadas legítimas, incluindo comunicações de serviços de saúde e órgãos públicos. As operadoras afetadas relatam dificuldades em obter transparência sobre os critérios técnicos utilizados para o bloqueio e na resolução de problemas de interconexão.
Em sua defesa, a Vivo argumenta que o sistema é uma medida necessária para combater o 'spoofing' e proteger seus usuários contra chamadas indesejadas e tentativas de fraude. A Anatel está atualmente analisando os parâmetros técnicos da ferramenta para mediar o impasse. A disputa destaca o desafio de equilibrar a segurança do consumidor contra o spam com a garantia de que serviços essenciais mantenham a conectividade necessária para operar.
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