Governo planeja encerrar subsídios aos combustíveis com queda do petróleo
Ministro da Fazenda afirma que retirada dos subsídios depende da estabilização dos preços internacionais e do monitoramento de riscos geopolíticos.
Pontos principais
- Dario Durigan condicionou o fim dos subsídios à redução da volatilidade do petróleo no mercado global.
- O governo monitora o conflito envolvendo o Irã devido ao seu impacto direto nos custos de energia.
- A equipe econômica avalia riscos como o aumento nos custos de transporte e possíveis paralisações de caminhoneiros.
- O governo busca equilibrar a responsabilidade fiscal com a proteção da economia interna contra choques externos.
- A alta do petróleo pode elevar a arrecadação federal por meio de royalties e tributos, segundo o ministro.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, declarou que o governo federal pretende encerrar os subsídios aos combustíveis assim que os preços internacionais do petróleo apresentarem sinais de estabilização. A medida é vista como um compromisso da gestão para o ajuste fiscal, mas a equipe econômica mantém cautela devido à volatilidade causada pelo conflito envolvendo o Irã. O monitoramento é essencial para evitar impactos negativos na economia interna, como o encarecimento do transporte e o risco de paralisações de caminhoneiros. Embora a alta do petróleo pressione os custos, o governo observa que o cenário também pode favorecer a arrecadação federal via royalties e tributos. O objetivo central permanece o equilíbrio entre a responsabilidade fiscal e a proteção do mercado doméstico contra choques externos de energia.
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