MEC estabelece parâmetros para monitoramento da educação em tempo integral
Nova resolução define diretrizes de qualidade e equidade para o diagnóstico e oferta de matrículas em tempo integral nas redes de ensino brasileiras.
Pontos principais
- Secretarias de educação deverão realizar diagnósticos periódicos sobre infraestrutura, alimentação, transporte e recursos humanos.
- Dados coletados devem ser desagregados por raça, sexo, faixa etária, nível socioeconômico e deficiência.
- Instituição do Índice de Paridade Demográfica (IPD) para identificar desigualdades na distribuição de matrículas.
- Criação de uma Matriz Intersetorial para articular a educação com políticas de saúde, assistência social, cultura e direitos humanos.
O Ministério da Educação instituiu novas normas para o monitoramento da oferta de ensino em tempo integral no Brasil. As secretarias de educação ficam obrigadas a realizar diagnósticos periódicos que contemplem infraestrutura e recursos humanos, com dados desagregados por critérios como raça, sexo e condição de deficiência. A medida abrange modalidades específicas, incluindo educação do campo, indígena, quilombola e de jovens e adultos. Para identificar disparidades na distribuição das vagas, foi criado o Índice de Paridade Demográfica (IPD). Além disso, as redes de ensino deverão implementar uma Matriz Intersetorial, integrando a educação integral a políticas públicas de saúde, assistência social, cultura e direitos humanos.
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