Dario Durigan critica regulação de fintechs pelo Banco Central
Ministro da Fazenda aponta falhas na supervisão de fintechs e propõe medidas mais rígidas para combater a lavagem de dinheiro e apostas ilegais.
Pontos principais
- Dario Durigan afirmou que a falta de supervisão adequada permitiu o uso de fintechs para lavagem de dinheiro e apostas ilegais.
- O governo planeja antecipar o cronograma de fiscalização do Banco Central sobre o setor de fintechs.
- O Executivo pretende implementar a notificação obrigatória de transferências de fundos ao Banco Central e à Fazenda.
- O ministro citou o caso do Banco Master como exemplo negativo da gestão anterior do Banco Central.
- A CVM deve investigar fundos da Reag na Carbono Oculto como parte de um novo plano de trabalho.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou a gestão do Banco Central sob Roberto Campos Neto, classificando a regulação de fintechs como insuficiente. Segundo o ministro, a falta de supervisão rigorosa criou um cenário de descontrole que facilitou atividades ilícitas, como a lavagem de dinheiro e o financiamento de apostas ilegais. Para mitigar esses riscos, o governo federal defende a antecipação do cronograma de fiscalização e a implementação de notificações obrigatórias para transferências financeiras realizadas por essas instituições. A iniciativa busca maior transparência e controle sobre o fluxo de capitais no setor. Além das mudanças regulatórias, o Executivo planeja investigar casos específicos, como o do Banco Master e a atuação de fundos da Reag na Carbono Oculto, reforçando a necessidade de uma supervisão mais robusta para garantir a integridade do sistema financeiro nacional.
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