O ministro da Fazenda, Dario Durigan, revelou que seis fintechs foram utilizadas por uma organização criminosa para movimentar R$ 26 bilhões em um esquema de lavagem de dinheiro. A descoberta é resultado da Operação Fluxo Oculto, que investiga como essas instituições financeiras digitais foram empregadas para ocultar patrimônio e dar aparência legal a recursos obtidos ilicitamente. Segundo as autoridades, o grupo criminoso atuava principalmente no setor de adulteração de combustíveis, utilizando nafta para fraudar o mercado. Para contornar a fiscalização, os envolvidos recorriam frequentemente a criptoativos, dificultando o rastreio das transações. A ação faz parte de uma estratégia mais ampla do governo federal para desmantelar as engrenagens financeiras que sustentam o crime organizado, focando na interrupção do fluxo de capital que permite a continuidade dessas atividades ilegais.
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