Origem Energia busca valuation de até US$ 2,5 bilhões
A petroleira avalia opções como venda de fatia ou IPO para financiar investimentos de R$ 2,1 bilhões em termelétricas até 2029.
Pontos principais
- A Origem Energia contratou o Bradesco BBI para avaliar alternativas estratégicas de capitalização.
- As opções incluem a venda de participação minoritária, venda do controle pela Prisma Capital ou um IPO.
- A meta da empresa é alcançar um enterprise value entre US$ 2 bilhões e US$ 2,5 bilhões.
- O plano de expansão prevê o investimento de R$ 2,1 bilhões na construção de sete usinas termelétricas até 2029.
- A companhia registrou um EBITDA de R$ 746,7 milhões em 2025, com dívida líquida de R$ 2 bilhões em março de 2026.
A Origem Energia, quarta maior produtora de gás natural do Brasil, iniciou um processo de exploração de alternativas estratégicas para captar recursos e sustentar seu plano de crescimento. A companhia contratou o Bradesco BBI para avaliar opções que incluem a venda de uma fatia minoritária, a alienação do controle pela atual controladora, a Prisma Capital, ou a realização de um IPO. O objetivo é atingir um enterprise value entre US$ 2 bilhões e US$ 2,5 bilhões. Os recursos captados serão direcionados para um ambicioso plano de investimentos de R$ 2,1 bilhões, focado na construção de sete usinas termelétricas até 2029. Com um EBITDA de R$ 746,7 milhões em 2025 e uma dívida líquida de R$ 2 bilhões registrada em março de 2026, a empresa busca fortalecer sua posição competitiva no setor de energia brasileiro.
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